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Economia

Setor químico passa a integrar política de Mesas Executivas

Secretário Especial Carlos Da Costa fez o anúncio durante o relançamento da Frente Parlamentar da Química, na Câmara dos Deputados. Iniciativa está em seu sétimo ano de atividade
por publicado: 03/04/2019 19h29 última modificação: 03/04/2019 19h29
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A partir desta quarta-feira (03), a Frente Parlamentar da Química tem uma nova composição. Além dos 280 deputados e senadores, a iniciativa contará também com a participação de representantes do Executivo Federal.  O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, assumiu a função e esteve presente no evento de relançamento da Frente, na Câmara dos Deputados.

Mesas executivas são espaços de proposição e execução de ações por setor produtivo. A Mesa Executiva da indústria química dará continuidade ao trabalho que foi desenvolvido por instituições, Congresso e governos e irá promover novos projetos e empresas com foco no aumento da produtividade. “Diálogos com as empresas com o objetivo de destravar marcos regulatórios que impedem o desenvolvimento de mercados e o aumento da produção; simplificação, redução da burocracia e do controle excessivo; e debate para que as ações aconteçam também nos Estados; são as prioridades da atuação da Secretaria Especial”, afirmou Da Costa.

O coordenador político da frente e ex-ministro da Indústria, deputado Marcos Pereira (PRB), reiterou a importância da indústria química para a economia nacional. De acordo com ele, o segmento representa 12% do PIB industrial e 2,3% do PIB nacional. o deputado encerrou sua fala lembrando que quem gera emprego é o setor produtivo e que o “emprego é o melhor programa social que existe”.

Representando parte do setor privado, o presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Marcos De March, disse que espera que o segmento possa retomar o papel de indutor na retomada do crescimento econômico. “A química envolve todo o setor produtivo: indústria, serviços e a agricultura”, ressaltou. De March chamou a atenção para a necessidade das indústrias instaladas no Brasil evoluírem para a chamada química 4.0. Para ele, esse é um cenário muito importante para o desenvolvimento da economia brasileira. “O Brasil já entendeu que a indústria química é importante, precisamos garantir as condições para que esse segmento siga gerando emprego, renda e arrecadação para o Estado”.