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Economia

Ministério da Economia agiliza a aquisição de produtos para combater o coronavírus

Covid-19

Órgãos públicos que utilizam o Almoxarifado Virtual poderão adquirir itens como máscaras, álcool gel e termômetros digitais a partir desta segunda-feira (23/3)
por publicado: 23/03/2020 11h51 última modificação: 23/03/2020 11h59

O Almoxarifado Virtual colocará à disposição de órgãos públicos federais, a partir desta segunda-feira (23/3), uma lista de produtos destinados à prevenção e controle da Covid-19. Atualmente, 25 instituições localizadas no Distrito Federal (DF) utilizam o sistema de compras online desenvolvido pelo Ministério da Economia. Além da aquisição pelos órgãos cadastrados, a medida permitirá que os materiais sejam distribuídos para unidades de saúde, por meio do Ministério da Saúde, que já utiliza a plataforma. Os itens poderão ser solicitados no sistema até 27 de março.

 Serão oferecidos os seguintes itens:

1) 2.500 pacotes/mês de máscara cirúrgica (pacote com 50 unidades);

2) 2.000 caixas/mês de álcool gel antisséptico 70° (caixa com 12 frascos de 400g)

3) 2 mil galões/mês de sabonete líquido (galão com 5L); e

4) 550 unidades/mês de termômetros digitais.

 A fim de auxiliar os órgãos do governo federal a manter atividades em funcionamento por meio do trabalho remoto, também já estão disponíveis no sistema itens como webcam e fones de ouvido.

 

Almoxarifado virtual

O Almoxarifado Virtual é um modelo de compras online disponível para usuários e gestores para a compra de materiais de expediente e suprimentos de informática previamente definidos pela Central de Compras do Ministério da Economia. Com o uso da plataforma, os órgãos deixaram de adquirir individualmente itens como lápis, papéis, pendrives e canetas e passaram a ser supridos pelo modelo just-in-time (sob demanda).

Antes da implantação do modelo nos órgãos do DF, cada instituição era responsável pela totalidade do processo de planejamento, especificação, aquisição, armazenamento, separação, distribuição e desfazimento de materiais. A previsão é de que, até 2021, todos os órgãos públicos federais utilizem o sistema.